domingo, 20 de maio de 2012

Cão resgatado em coma alcoólico


Cão resgatado em coma alcoólico é adotado em Curitiba.

Um filhote foi resgatado pela Polícia Militar em Curitiba quando estava à beira de um coma alcoólico, provocado por dois homens, que fugiram ao ver os policiais se aproximando.

O caso aconteceu na quarta-feira (16), em uma praça do bairro Novo Mundo.

Durante um patrulhamento, os soldados Moreira e Renê se depararam com os dois homens e perceberam que eles estavam dando bebida ao cachorro. Ao avistarem os policiais, os homens fugiram. O cãozinho, de apenas três meses, foi encontrado cambaleando e com os bigodes sujos de batida.

João Carlos Frigério/Divulgação

Soldado Fernando J. Moreira e o cãozinho Whisky, salvo por ele após ser embriagado em praça de Curitiba
O policiais o levaram para uma clínica veterinária, onde ele foi diagnosticado com princípio de coma alcoólico. O cãozinho recebeu três doses de glicose, que os policiais pagaram do próprio bolso.

Com o cachorrinho fora de risco, os policiais se mobilizaram para que ele fosse adotado. Enviaram fotos para o fotógrafo João Carlos Frigério, que trabalha para a PM, e ele divulgou a história nas redes sociais.

Uma amiga do fotógrafo acabou adotando o cãozinho, que foi batizado com o nome de Whisky.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1092934-cao-resgatado-em-coma-alcoolico-e-adotado-em-curitiba.shtml

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A fotografia tem destas facetas. Faz com que apontemos nossos olhares para situações invisíveis aos nossos próprios olhos, nos faz vê além da nossa realidade. O que teria de fotográfico num ensaio sobre os caninos, nossos culturalmente, melhores amigos? Teria o mesmo que as imagens exóticas dos outros mundos orientais, dos negros homens de Pierre Verger, ou o mesmo que dos trabalhadores de Sebastião Salgado, tem também o enredo de uma saga de quem vive sendo atropelado pela própria sorte de ter nascido. Tem dignidade e um laço de memória que ligam o ver ao sentir. Um ensaio que nos faz refletir sobre, não somente o sofrimento, mas a felicidade. Que nos faz parar e pensar. Nosso tempo perdido, nosso tempo não utilizado, na correria da vida moderna. Esquecemos de comportamentos tão viscerais, tão infantis, como o de brincar com nossos animais, brincando nos tornamos mais humanos. Visto a carga de informações e modelos de vida que recebemos diariamente que mais nos afasta do que aproxima de nós mesmos. Esta é a razão deste ensaio fotográfico, feito a partir de uma pesquisa desenvolvida por Denissena [operário cultural], ao longo de um tempo percorrido por ruas da grande cidade. Acredito. É para mostrar um pouco de nós mesmo. Desenvolvido sem a pretensão de virar uma amostra fotográfica, uma exposição, visto que Denissena não se define como fotógrafo e que, ao mesmo tempo, age exatamente como um e diria mais, como um foto pesquisador, aquele que utiliza a imagem para representar e transformar fatos isolados em um grande ensaio-situação, presente no nosso dia-a-dia. A fotografia reconhecida como uma das maiores representantes da nossa arte moderna, torna-se mais contemporânea, quando se ocupa de representações de realidades invisíveis aos nossos tempos, nossos tempos modernos. Este é um exemplo bastante estrutural sobre a nova face de uma mesma da fotografia, que cuida agora de definir não mais o que vemos, mas de transformar coisas vistas em conceitos, transformar conceitos em sentimentos.



Marcelo Reis

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Operário cultural. Acredita na arte como veículo de comunicação e transformação social. www.denissena.com

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